Polêmica em quadrinhos


Maurício de Sousa, o mestre que encheu minha infância de quadrinhos, coelhadas, balõezinhos e lições, resolveu inovar e incluir um personagem gay em suas historinhas voltadas para o público juvenil. Eu aprovo a iniciativa de Maurício de Sousa porque sei que sua intenção é romper preconceitos e inspirar o diálogo sobre a sexualidade na juventude. De forma alguma ele colocará um personagem gay dando uma cantada ousada no Cebolinha ou no Cascão. Num país que muitas vezes trata o gay como invisível, o assunto precisa ser tratado com muito respeito e delicadeza para surtir o efeito desejado e sei que Mauricio de Sousa será capaz de fazer isso. Pais e filhos não podem continuar tratando a sexualidade como um assunto proibido.

 (Texto para o Tudo de Blog)

 

 

Meu blog está no “Blogs legais” da UOL nesta semana (18/11 a 25/11)

Confira a lista: http://blog.uol.com.br/

 

 

O que você faria se o mundo acabasse em 2012? O que eu faria saiu no site do Tudo de Blog:

http://capricho.abril.com.br/blogs/tudodeblog/166503/

 

 



Postado por: Þö££y às 17h22
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Um apelo ao Senhor Tempo


Senhor Tempo, precisamos discutir nossa relação. Tenho a impressão de que os ponteiros do meu relógio estão acelerados demais e que os dias estão nascendo e morrendo rápido demais. Assim não consigo dar conta de ser universitária, filha, irmã, neta, sobrinha, prima, amiga, blogueira e dona de 2 cachorros. A cada segundo percebo que as palavras lazer e descanso se afastam mais e mais de mim, enquanto que as palavras compromisso e cansaço não largam do meu pé! Então, Senhor Tempo, se puder me ouvir por um minuto, gostaria de pedir umas horas adicionais aos meus dias. Um dia de 32 horas seria possível? Juro que eu seria eternamente grata!

 

 

 

O ano das descobertas

Em 2009 entrei na universidade e descobri um novo mundo. E o melhor: é um mundo no qual me encaixo! Não quero parecer extraída de um seriado americano nem nada, mas preciso admitir que esse novo mundo está me ajudando a descobrir quem eu realmente sou e o que eu quero. Também graças a ele, descobri a importância de sempre manter a cabeça erguida e de olhar nos olhos das pessoas, coisas que eu não conseguia fazer antes de 2009. Descobri que havia uma boa dose de confiança adormecida dentro de mim e, ao desperta-la, pude fazer amizades que enriqueceram a minha vida. Eu gostaria de dizer que, para as lembranças de 2009 serem perfeitas, bastaria apagar os sustos, as lágrimas, o cansaço e o dia em que um professor chamou meus colegas de classe de medíocres. Mas é fácil perceber que essas dificuldades me fortaleceram para os desafios que ainda estão por vir. Acima de tudo, 2009 me ajudou a descobrir que a universidade que era apenas um sonho de adolescência agora é uma realidade que certamente marcará a minha vida para sempre.

(Texto para o Tudo de Blog)

 

 

Se o mundo acabasse em 2012, eu... confessaria meus sentimentos aos amores platônicos da adolescência e perdoaria todos os meus antigos desafetos. Se o mundo vai acabar, não vejo motivo para aprisionar amores e mágoas!



Postado por: Þö££y ßëññ¡ñg†öñ às 11h47
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O fim da nossa história

No início, eu nem queria você em minha vida. Mas você foi mais forte que a minha teimosia: tomou conta do ar que eu respirava e bloqueou meu campo de visão. Por isso me surpreendi ao perceber que tudo terminou rápido demais. A data de validade do que criamos esteve ali o tempo todo, mas tratei de fingir que não a enxergava. Sinto como se você tivesse levado embora metade do meu coração, mas tenho esperança de um dia tomar de volta o que me pertence. Nossos dias juntos agora se embaralham na minha memória. Meu único consolo é a consciência de que nossa história foi mesmo inesquecível. Pelo menos tenho bons momentos para relembrar.

(Ai, to vivendo tempos difíceis...) 

 

 

Ah, meu texto sobre o que me tira do sério saiu no site do Tudo de Blog:
http://capricho.abril.com.br/blogs/tudodeblog/



Postado por: Þö££y ßëññ¡ñg†öñ às 15h25
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Saudade antecipada

Em 2009 aprendi que algumas despedidas são mesmo inevitáveis. Mas nem a consciência desse fato é capaz de me proteger da estranha saudade antecipada, aquela que aparece quando você tem certeza de que precisará se despedir de alguém ou de alguma coisa.

Só quero te dizer que realmente dói perceber que aquilo que construímos durante quase 2 anos vai sair de cena e virar parte do passado. Não estou pronta para dizer adeus, nem para tentar segurar as lágrimas. Desculpa, mas desta vez não vou segurar lágrima nenhuma. Sei que uma nova fase está prestes a começar e realmente guardo dentro de mim o desejo de que ela seja especial. Mas agora não dá pra enxergar esse novo horizonte. Por mais bobo que seja, acho que o que me resta agora é o momento de sentar no sofá da tristeza e abraçar a almofada da saudade.

 




Copycats na minha mira
Encontrar uma copycat se aproveitando de algo que um blogueiro preparou com carinho e criatividade me tira do sério. Já fui vítima de copycats diversas vezes e acabei ficando (um pouco) neurótica com isso. Se um blogueiro querido comenta comigo que foi alvo de uma copycat, pode ter certeza de que minha raiva e minha indignação serão do tamanho da raiva e da indignação da vítima. Copycats, sumam da minha frente!

(Texto para o Tudo de Blog)



Postado por: Þö££y ßëññ¡ñg†öñ às 16h22
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Mais um desabafo de uma brasileira pessimista

Todo dia é a mesma coisa: ligar a TV ou o computador e eleger o episódio que te choca mais. E não estou falando de um seriado. Estou falando da vida real. É policial sendo negligente e desumano, é irmão matando irmão, é tiroteio apagando vidas... Eu estaria mentindo se dissesse que acredito que em algum momento a paz vai vencer, mas eu realmente gostaria de acordar um dia e perceber que o mundo tornou-se um pouquinho menos cruel e desigual. Não queria um mundo ingênuo de musicais românticos em que as pessoas saltitam pelas ruas exageradamente felizes, cantando uma música grudenta... Os dias não precisam ser sempre ensolarados. As pessoas não precisam ser perfeitas. Não quero um mundo de fantasia. Eu só quero ver menos sangue sendo derramado!


Por um mundo mais pink e mais sensível
Sei que deixo o mundo mais pink quando permito que minha sensibilidade fale mais alto que a indiferença e o egoísmo das outras pessoas. Desde cedo aprendi que preciso olhar para os lados e não só para o que há dentro de mim. Acredito na importância de observar as pessoas ao meu redor e tentar perceber quando há algo de errado com elas. Acredito no poder de um ombro amigo, de um abraço sincero e de um sorriso reconfortante. Às vezes uma palavra delicada basta. Ou então um bom ouvido! Se não tenho uma conta milionária que me permita bancar as necessidades básicas de quem sofre mundo afora, vou me contentar em tentar salvar o pequeno mundo de quem se isola e esconde a própria dor. Não vou deixar ninguém que eu ame sofrer sozinho. Os problemas nascem para serem resolvidos e não para serem acumulados. Dividir a dor nem sempre é fácil, mas é melhor do que carregar um grande peso sozinho. Transformar um mundo de solidão e trevas em um mundo mais pink, mais alegre e mais sensível não é tão difícil quanto parece.

(Texto para o Tudo de Blog)

 


Postado por: Þö££y ßëññ¡ñg†öñ às 15h38
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Amanhã pode ser meu dia de sorte

Admito que é exagero quando digo que sou a maior azarada do mundo. É frustração por nunca ter tido um “dia de sorte” estilo filme de sábado à tarde. Considero um dia de sorte aquele em que um livro fabuloso saltou aos meus olhos após eu ter passado 3 horas rodando a biblioteca em busca de algo que pudesse me ajudar a fazer um trabalho. Bom, amanhã pode ser o dia em que acordarei com o cabelo tão armado quanto um black power, mas felizmente minha revista preferida já terá chegado com uma matéria sobre como dar um jeitinho na minha juba. Vou pegar um tremendo engarrafamento, mas, por sorte, aquela velha amiga que eu não vejo desde a 2ª série sentará ao meu lado no ônibus, pronta para me distrair contando tudo o que fez nos últimos anos. Meu salto quebrará na calçada, mas um sósia do Robert Pattinson vai aparecer para me segurar quando eu desequilibrar. Ouvi dizer que a sorte é a recompensa dos esforçados (realmente, valeu a pena ter ficado 3 horas procurando aquele livro). Então por que ainda estou parada, esperando o meu dia de sorte nascer?
(Texto para o Tudo de Blog)

 

 

The Vampire Diaries

Ok, já tem muita gente aí cansada dessa overdose de vampiros se espalhando pelas livrarias, pelos cinemas e pela TV. Mas admito que ainda não enjoei da modinha vampiresca hehehehe Estou cada vez mais apaixonada pelo seriado The Vampire Diaries, baseado na série de livros de L. Jane Smith lançada na década de 90 (Edward e Bella nem sonhavam em se conhecer). Na história, dois vampiros gatcheeenhos (como diz uma amiga minha que também gosta da série) e misteriosos entram na vida da estudante Elena Gilbert: Stefan e Damon Salvatore. O primeiro é o vampiro bonzinho e romântico (é bom Edward Cullen começar a renovar seu arsenal de palavras melosas) por quem Elena se apaixona. O outro é o vampiro cruel e sarcástico que também demonstra interesse em Elena porque ela é a cara de uma mulher disputada pelos irmãos no passado. Com quem Elena vai ficar? E onde entra o diário? Ah sim, tanto Elena quanto Stefan adoram escrever em seus diários. Eu não me surpreenderia se eles virassem blogueiros ao longo da série... Damon já apareceu lendo (e criticando) Twilight e Stefan disse que gosta da Miley Cyrus (hein?)... As adaptações sempre se desviam dos livros...

 



Postado por: Þö££y ßëññ¡ñg†öñ às 18h34
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Rótulos, preconceito, ignorância e blábláblá

Sempre que digo que faço faculdade de História, preciso me preparar psicologicamente para ouvir as seguintes besteiras:

1-Ah, está fazendo História porque não sabe fazer cálculos!
2-E pra que serve História?
3-Mas você quer mesmo ser professora?
4-Você não vai ganhar nada. Vai morrer de fome!
5-Deve ser um curso fácil. É só ler!
6-Quando foi que Napoleão fez não sei o quê?
7-Já virou comunista?
8-Já está fumando maconha?
9-Já parou de tomar banho?
10-Cadê sua blusa do Che
Guevara?

Essas questões típicas que os chatos usam para torturar e rotular os estudantes de História estão cheias de preconceitos. Em primeiro lugar, sempre fui boa em Matemática e Física. Meu curso não é só leitura. Precisamos fazer análises o tempo todo. Interpretar e refletir sobre certos autores não é tarefa fácil, muito menos quando cada professor resolve passar 40, 50 páginas (no mínimo) por semana. Não sou comunista, nem marxista, nem derivados e semelhantes. Historiador não é sinônimo de maconheiro. Maconha pra mim é uma coisa tosca. Historiador também não é sinônimo de calendário, então não vou saber quando foi que Napoleão subiu num cavalo branco pela primeira vez. Preciso de uma disciplina que me ajude a ser mais paciente com a ignorância e a falta de respeito com a escolha profissional das pessoas...


O maravilhoso mundo dos sebos
Sempre que saio meio estressada de uma aula, dou uma passadinha numa rua que reúne um bom número de sebos. É um pequeno e doce prazer passear calmamente entre as prateleiras de livros antigos enquanto o mundo lá fora continua acelerado. Dentro do sebo, esqueço temporariamente todos os problemas! Gosto de ler os títulos, conhecer novos escritores, procurar clássicos da literatura, fazer cara feia para alguns livros bobos e elogiar os preços baixos. O cheirinho de livro velho, as centenas de páginas já amareladas, as anotações nas margens, as dedicatórias e as capas despencando despertam minha curiosidade e fazem minha imaginação voar até a pessoa que resolveu deixar seu livro ali. Por quantas mãos passaram aquele livro na estante à minha esquerda? Aquele livro ali marcou a vida de quem? Mesmo que eu não encontre um livro para comprar, a ida ao sebo nunca é perda de tempo! É no sebo que consigo relaxar e sentir que a vida é uma delícia. O sebo é o mundo encantado no qual eu adoraria me perder.
(Texto para o Tudo de Blog) 


 


Postado por: Þö££y ßëññ¡ñg†öñ às 18h44
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4 peças

Chega a ser engraçado quando a vida brinca com seu quebra-cabeça mágico: peças que todo mundo diria que não poderiam se encaixar acabam se transformando juntas e montando uma imagem coerente: é a imagem da amizade. Eu era uma peça meio triste quando conheci a segunda peça. Ela era sincera ao extremo, desbocada, espontânea. Logo apareceu a terceira peça: meio séria, meio misteriosa, realmente difícil de compreender. Trouxe com ela a quarta peça: alegria total, daquelas pessoas que fazem uma rápida conversa parecer uma grande festa! E foi no meio dessas peças que acabei descobrindo que peça eu era. Eu não era mais a peça triste e solitária. Eu era a peça “doce”, como elas sempre disseram. A peça que sempre se esforçou para manter o grupo unido. Talvez porque eu tenha sido a primeira a descobrir que, depois de tanto tempo de amizade, risadas, amadurecimento, pequenos conflitos e muito carinho, nós já não éramos mais 4 peças soltas por aí. Hoje vejo com clareza que nós somos uma coisa só. E eu não consigo mais imaginar como seria minha vida sem as 3 amigas mais maravilhosas que a vida poderia ter me dado.

 

Invisível e curiosa
Se eu pudesse ficar invisível por 24 horas, a primeira coisa que gostaria de fazer seria dar uma olhada no que antigos amigos de escola estão fazendo de suas vidas. Também aproveitaria para dar uma fuxicada na misteriosa sala da coordenadora do meu curso e para passear pela enorme biblioteca da faculdade sem sentir os olhos daquela assustadora bibliotecária me seguindo.

(Texto para o Tudo de Blog)

 

Olha eu aí!
Sou a 3ª entrevistada do blog Cosmopolitan Ice! Passem lá para ler minha entrevista, comentar/reclamar e indicar blogueiros legais para a maravilhosa Yasmin entrevistar!
www.cosmopolitanice.blogspot.com

 



Postado por: Þö££y ßëññ¡ñg†öñ às 16h31
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Até onde você quer, ops, pode ir?

A bronca apocalíptica que a minha sala levou de um dos professores mais importantes da minha faculdade balançou as estruturas de muitos alunos. Ouvir que nosso método de estudo é primário e que seremos pesquisadores medíocres se não mudarmos nossa atitude em aula e diante dos textos acabou gerando certa angústia e questionamentos. Não sou do tipo que faz drama e que não reconhece uma crítica construtiva. Fico satisfeita por ter um professor que realmente se importa com os profissionais que está ajudando a formar. Além disso, acredito que esses grandes tapas que a vida dá na nossa cara nos tornam pessoas mais fortes. Mesmo assim, não vou negar que as palavras do professor abalaram um pouquinho minha confiança... Será que tenho mesmo condições de ser uma historiadora (é, pra quem não sabe, curso História) que merece respeito? O que estou negligenciando? Em que aspecto preciso me esforçar mais? Todos na minha sala sonham em ser grandes historiadores, mas sabemos que só uma minoria tem condições de chegar ao degrau mais alto da escada de sonhos que cada um tem dentro de si. Quero muito chegar ao alto, mas será mesmo que tenho gás para chegar lá? Não sei exatamente até onde meus limites dizem que posso chegar, mas sei exatamente onde meus sonhos querem me colocar. Só me resta continuar tentando subir degrau por degrau...


POST 200
Depois de 3 anos e 7 meses de blog, enfim chego ao post 200. Mas só agora?? Olhando para trás, ou melhor, para meus arquivos, vejo que eu poderia ter sido uma blogueira melhor...Claro, se eu não fosse tão chatinha/neurótica na hora de estudar, se eu tivesse mais tempo, se eu não estivesse tão cansada...Sem dúvida, evoluí bastante desde meu primeiro post (que tratei de apagar há décadas, como muitos aí já sabem), mas acho que, com o tempo, perdi muito da blogueira que eu gostava de ser... A faculdade está tomando meu tempo e desgastando a minha criatividade HAHAHAHA Espero chegar ao post 300 mais satisfeita com meu trabalho de blogueira!


Postado por: Þö££y ßëññ¡ñg†öñ às 15h37
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O assunto é: amizade

A amizade que o tempo e a distância não destruíram
Nunca é tarde para...recuperar uma antiga amizade. Conheci a Ariane aos 8 anos, quando me mudei para Belém, Pará. Estudamos juntas durar 3 anos, aproveitando intensamente o fim da infância e da década de 90, época em que as crianças não cresciam na frente do computador. Quando chegou o momento da minha família voltar para o Rio de Janeiro, pensei que nossa amizade se perderia para sempre; De fato, durante 10 anos, a nossa amizade tornou-se apenas uma doce lembrança. Porém, no ano passado, consegui encontra-la no orkut e desde então temos trocado e-mails que me enchem de alegria! Estou muito feliz por poder relembrar tantos momentos especiais e por fazer parte da vida da Ariane de novo.
(Texto para o Tudo de Blog)

 

 

Amizades que vivem balançando
Sejamos sinceros: algumas amizades são realmente muito difíceis de se manter. Às vezes, todo o carinho do mundo não é suficiente para manter uma amizade nos trilhos. Infelizmente, pequenas coisas estão se amontoando há tempos e desgastando minha amizade com uma pessoa especial. Em algum momento, até a mais paciente das amigas acaba se cansando de ver a outra pessoa pisando na bola com ela zilhões de vezes. Cansei de perdoar, de fechar os olhos e decidir começar de novo. Cansei de ver a amizade balançar. Cansei de me iludir e de exigir mais do que certas amizades podem oferecer...



Postado por: Þö££y ßëññ¡ñg†öñ às 15h34
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Blogueira aniversariante do dia 16/09

Blogueira aniversariante do dia 16/09

A menininha que andava na ponta dos pés
De repente, a menininha decidiu que só andaria na ponta dos pés. Quase levitando, quase como uma bailarina. Da ponta dos pés era possível enxergar um mundo novo, diferente. Preocupada, sua mãe a levou ao médico, que logo explicou que não havia nenhum problema físico: andar daquele jeito era só uma mania boba. Recomendou que levasse a menininha para caminhar na praia, pois lá não conseguiria ficar na ponta dos pés e, depois de um tempo, voltaria a andar normalmente. Chegando à praia, os pezinhos bem que tentaram se erguer, mas sempre afundavam na areia. Num primeiro momento, foi irritante não poder ficar no alto (incrível como alguns centímetros faziam diferença!). Os sonhos pendurados no céu, os objetos nas mãos das pessoas, tudo parecia mais distante. Alguns minutos depois, porém, a menininha começou a gostar de sentir a areia fininha na sola de seus pés. Era gostoso ver a areia entrando entre os dedinhos. E foi assim que a menininha percebeu que não precisa ficar na ponta dos pés. É possível ser feliz com os pés bem presos ao chão.
(É, essa é a minha história. Metade versão da minha mãe, metade minha versão. Eu tinha uns 2 anos).

 



2.1
Então, cheguei aos 2.1. Muito tarde para ganhar a Barbie-Cinderela-Rosa-Princesa-do-Vale-das-Borboletas-Brilhantes. Muito cedo para cantar “22” da Lily Allen (“When she was 22 the future looked bright…”). Foi difícil chegar ao topo desta montanha, mas, agora que estou no alto, tudo parece mais simples. Os problemas parecem menores, os dias não parecem ter se arrastado tanto. A montanha dos 2.1 não parece tão assustadora. Ok, vou deixar o momento alpinista de lado. Tão clichê quanto o parabéns-pra-você-nesta-data-querida é dizer que uma nova idade é um recomeço. Não vou fugir do clichê pois realmente acredito que, com a nova idade, recebo uma nova oportunidade de me reinventar, corrigir erros, correr mais riscos e me esforçar (ainda) mais. A insegurança e muitos medos nascidos com minha versão 2.0 se perderam no meio de uma neblina. Agora só consigo ver o amadurecimento e as vitórias que alegraram minha vida nesse 1 ano que se passou. É hora de olhar pra frente, encarar os novos desafios e absorver todas as lições que eu puder. Tenho uma nova montanha para escalar!! Ta, parei com isso...

 

 

Ah, o cartão vermelho que dei no post passado saiu no

http://capricho.abril.com.br/blogs/tudodeblog/



Postado por: Þö££y ßëññ¡ñg†öñ às 15h08
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Nômade

 

Sabe aqueles filmes em que as famílias vivem se mudando? Minha vida era assim. Em 4 anos, mudei de casa 3 vezes. Fui vizinha até de uma reserva florestal. O processo de arrumar malas, encher caixas, pegar os cachorros e “montar acampamento” num novo lugar sempre me pareceu divertido. Não entendo como alguém pode viver na mesma casa desde que nasce e estudar a vida inteira numa escola só. Ora, a estrada me chama! Acho ótimo recomeçar do zero e ter uma vizinhança nova. Porém, admito que nunca aprendi a fincar raízes e que realmente me incomoda morar muito tempo no mesmo lugar. No cinema, a mocinha de família nômade sempre encontra um amor e pede aos pais para guardar as malas e ficar onde estão! Como meu script não prevê nenhum galã hollywoodiano para frear meu espírito de caminhão de mudança, sei que em pouco tempo vou começar a perturbar meus pais! Logo vou me ver pedindo novos ares. Por isso não sei se essa antiga vida nômade me fez bem ou não. Preciso esperar o final do meu filme para saber a resposta.
(Texto para o Tudo de Blog)

 


A mocinha
Acho que nunca fui criança. Nunca aprendi a andar de bicicleta ou pular corda. Não brinquei de boneca por muito tempo. Preferia os livrinhos ou papel e caneta para criar minhas próprias histórias. Gostava de me imaginar adolescente e adulta. Estranho, quando menina, eu só queria crescer! Não gostava de ser criança. Eu queria que o tempo passasse rápido para que eu virasse uma adulta. Hoje morro de rir quando lembro que aos 10, 11 anos minha fixação era “ficar mocinha”. Lembro também das tardes que passei triste porque o dia nunca chegava. Quando aconteceu, foi estranhamente mágico num primeiro momento. A realização de um sonho meio bizarro, que me tornaria uma mulher de verdade, igual à minha mãe, às minhas tias, às minhas professoras... Só esqueceram de me avisar que TPM e cólicas também faziam parte do pacote de despedida da infância. Pois é, ser uma mocinha não era tão mágico assim. Tarde demais! Hora de crescer. Desafios muito maiores do que a chateação mensal de toda mulher ainda estavam por vir.
(Texto para o Tudo de Blog)


Para quem você daria um cartão vermelho?
Para quem insiste em tagarelar durante a aula mais importante do semestre! Batalhei muito pra entrar na faculdade mas não posso ouvir o professor porque a patricinha ao lado está fofocando? RED CARD NELA!

 

Dia 16/09 será meu aniversário! Aeee, 2.1 chegando! 



Postado por: Þö££y ßëññ¡ñg†öñ às 15h30
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Num dia eu sou um lixo, no outro sou poderosa!

Quando lembro da adolescência, me assusto ao ver o quanto minha autoestima era baixa. Eu odiava meu corpo e me sentia sufocada na escola. Eu me achava um lixo, uma inútil. Passar em 1º lugar no vestibular é que me ajudou a perceber que tenho sim qualidades e valor. Não, eu não nasci para sofrer e não preciso me sentir inferior. Mas claro que ainda fraquejo às vezes! Como na semana passada, quando me faltou confiança para fazer uma observação durante a aula. Fiquei muda, enquanto todos os meus amigos falaram. Pronto, voltei a me sentir inferior! Porém, no dia seguinte, resolvi levantar a mão e ser a primeira a falar em sala. E com voz firme, para espanto e alegria dos meus colegas. Incrível como uma coisa tão pequena fez com que eu me sentisse tão poderosa.
(Texto para o Tudo de Blog)

 

Anotação: post nº 196!



Postado por: Þö££y ßëññ¡ñg†öñ às 11h42
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Reflexo de uma semana difícil

As fotos que NÃO tirei
Olhando as fotos no orkut de uma colega de faculdade, me bateu um arrependimento estranho. Sempre fugi de fotos. Eu me escondia ou ia pra longe sempre que aparecia uma máquina fotográfica. Hoje eu vejo que acabei jogando fora boas oportunidades de registrar momentos inesquecíveis da minha vida. Quase não tenho fotos da infância e da adolescência é que não tenho nenhuma mesmo. Não tirei fotos com amigos com os quais já perdi contato, não tirei fotos dos lugares legais que conheci, nem dos aniversários, dos dias de sol ou de chuva, nem quando saí da escola e entrei na faculdade. Se eu tiver filhos um dia, não tenho nada para mostrar a eles. Só tenho as lembranças. Pelo menos isso!


O milésimo adeus
Na vida, cada um de nós é obrigado a dizer adeus às coisas que ama umas mil vezes. Não tem jeito: despedidas fazem parte de nossa trajetória. Diante delas, temos duas opções: encarar tudo como se fosse o fim do mundo ou encarar o momento como o fim de uma fase e início de outra. Despedidas costumam acabar comigo, a não ser que a decisão tenha partido de mim. Estou me despedindo de uma atividade que durante 2 anos me encheu de alegria, lições e amigos. Era tudo tão perfeito! Mas mudei muito nos últimos meses e comecei a me sentir deslocada do grupo. Por isso, decidi que é hora de dizer adeus e seguir meu caminho. Meu novo caminho.

 


SEMANA DIFÍCIL = POSTS DEPRÊ.



Postado por: Þö££y ßëññ¡ñg†öñ às 18h22
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10 passos até a escola dos sonhos

Terminei a escola há 2 anos, mas pretendo voltar logo para dar aulas. Quero trabalhar numa escola que realmente prepare os alunos para a vida adulta. A seguir, a lista do que eu gostaria de encontrar. 1-Um recreio maior: 30 minutos para relaxar a mente de professores e alunos. 2- A Educação Física poderia ser mais do que jogar vôlei ou futebol. Ficar por dentro das regras e competições oficiais também pode ser legal. 3-Fim das provas decorebas. O aluno precisa pensar! 4-Aulas de teatro para ajudar alunos tímidos na hora de apresentar trabalhos. 5-Palestras sobre profissões e mercado de trabalho. 6-Maior incentivo à leitura, visitas à biblioteca. 7-Um horário só para debates de temas que estejam nos jornais e na TV. 8-Reciclagem periódica de professores. 9-Atividades extras para arrecadar roupas, alimentos e brinquedos para instituições de caridade. 10-Por fim, defendo que a escola precisa ouvir mais as sugestões dos alunos. Além do diploma, o que um bom aluno quer é ter a certeza de que está pronto para enfrentar os desafios do mundo fora dos portões da escola.
(Texto para o Tudo de Blog)

 

 

O 2º semestre na UFF começou...
Voltei às aulas na segunda. Na faculdade é assim: semestre novo, vida nova. Novos professores, novas matérias, novos alunos. E novos desafios! Sinto que preciso estudar AINDA MAIS do que no semestre anterior. Meus professores dão aulas incríveis, mas em troca exigem muito dos alunos! Boa sorte aí pra quem precisará enfiar a cara nos livros neste 2° semestre...



Postado por: Þö££y ßëññ¡ñg†öñ às 19h05
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Nome: Þö££y

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Blogueira de 21 anos que adora ler, ouvir música e rir. É viciada na beleza que é a vida. Cursa História na UFF.


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