Neste dia dos namorados, gostaria de falar e também de conhecer a opinião de vocês sobre amores virtuais. Eu realmente acredito que pessoas que se comunicaram somente pela internet possam se apaixonar. O que eu questiono é se é válido investir num relacionamento amoroso virtual. Conheço casais que namoram pela net e que só conseguem se ver pessoalmente uma vez por ano. Não sei se eu suportaria uma relação assim. Não sei se eu confiaria tanto em alguém para acreditar que vai se manter fiel, comportadinho e quietinho até o dia em que possa visitar o outro (acho que não confiaria cegamente assim nem se o namorado fosse meu vizinho!). É preciso tomar cuidado para não viver uma fantasia, exagerando ao idealizar quem está do outro lado da tela. É dividindo o cotidiano que temos mais chances de perceber com mais precisão as qualidades e defeitos da pessoa amada. Pela webcam ou pelo MSN não é possível ver tudo isso com clareza. Mas o que você acha? Já viveu uma amor virtual? Toparia viver? Ah, eu to fora! Não arrisco meu coração no mundo virtual de jeito nenhum!

 

Layout novo e novos links (mais tarde vou linkar outros blogs que curto visitar). Lay da Lily Allen, que já estava pronto desde o início do ano. Não gostei muito dele. Vou tentar fazer algo melhor nas férias!


Confissões antes do almoço
No almoço, meu prato é sempre o mais esquisitinho da mesa: de um lado coloco uma porção pequena de arroz, do outro uma porção menor ainda de salada e perto dela a carne do dia (pode até ser difícil enxerga-la no meu prato, mas garanto que está lá!). Há uma distância calculada entre cada porção, formando uma espécie de triângulo. Nada pode se misturar no meu prato. Mais esquisita ainda é a lista de coisas que eu não como de jeito nenhum: strogonoff, feijão, feijoada, macarrão, lasanha, camarão...Coisas que a maioria das pessoas adora! Gosto de poucas coisas e quando gosto, coloco no prato quantidades minúsculas. Não faço isso por medo de engordar. É preguiça de comer!Sem almoçar direito, sinto fome à prestação durante a tarde e recorro a balinhas, biscoitinhos e outros doces. O resultado disso tudo está na balança e na calça jeans apertada. Se vale a máxima “você é o que você come”, preciso urgentemente de um prato equilibrado, que não seja limitado por listas e regras frescas e com quantidades decentes de comida, porque uma pessoa saudável é tudo o que quero ser.

 (Texto para o Tudo de Blog)