(Ai, to vivendo tempos difíceis...)
Ah, meu texto sobre o que me tira do sério saiu no site do Tudo de Blog:
http://capricho.abril.com.br/blogs/tudodeblog/
(Ai, to vivendo tempos difíceis...)
Ah, meu texto sobre o que me tira do sério saiu no site do Tudo de Blog:
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Em 2009 aprendi que algumas despedidas são mesmo inevitáveis. Mas nem a consciência desse fato é capaz de me proteger da estranha saudade antecipada, aquela que aparece quando você tem certeza de que precisará se despedir de alguém ou de alguma coisa.
Só quero te dizer que realmente dói perceber que aquilo que construímos durante quase 2 anos vai sair de cena e virar parte do passado. Não estou pronta para dizer adeus, nem para tentar segurar as lágrimas. Desculpa, mas desta vez não vou segurar lágrima nenhuma. Sei que uma nova fase está prestes a começar e realmente guardo dentro de mim o desejo de que ela seja especial. Mas agora não dá pra enxergar esse novo horizonte. Por mais bobo que seja, acho que o que me resta agora é o momento de sentar no sofá da tristeza e abraçar a almofada da saudade.
Copycats na minha mira
Encontrar uma copycat se aproveitando de algo que um blogueiro preparou com carinho e criatividade me tira do sério. Já fui vítima de copycats diversas vezes e acabei ficando (um pouco) neurótica com isso. Se um blogueiro querido comenta comigo que foi alvo de uma copycat, pode ter certeza de que minha raiva e minha indignação serão do tamanho da raiva e da indignação da vítima. Copycats, sumam da minha frente!
(Texto para o Tudo de Blog)
The Vampire Diaries
Ok, já tem muita gente aí cansada dessa overdose de vampiros se espalhando pelas livrarias, pelos cinemas e pela TV. Mas admito que ainda não enjoei da modinha vampiresca hehehehe Estou cada vez mais apaixonada pelo seriado The Vampire Diaries, baseado na série de livros de L. Jane Smith lançada na década de 90 (Edward e Bella nem sonhavam em se conhecer). Na história, dois vampiros gatcheeenhos (como diz uma amiga minha que também gosta da série) e misteriosos entram na vida da estudante Elena Gilbert: Stefan e Damon Salvatore. O primeiro é o vampiro bonzinho e romântico (é bom Edward Cullen começar a renovar seu arsenal de palavras melosas) por quem Elena se apaixona. O outro é o vampiro cruel e sarcástico que também demonstra interesse em Elena porque ela é a cara de uma mulher disputada pelos irmãos no passado. Com quem Elena vai ficar? E onde entra o diário? Ah sim, tanto Elena quanto Stefan adoram escrever em seus diários. Eu não me surpreenderia se eles virassem blogueiros ao longo da série... Damon já apareceu lendo (e criticando) Twilight e Stefan disse que gosta da Miley Cyrus (hein?)... As adaptações sempre se desviam dos livros...
Chega a ser engraçado quando a vida brinca com seu quebra-cabeça mágico: peças que todo mundo diria que não poderiam se encaixar acabam se transformando juntas e montando uma imagem coerente: é a imagem da amizade. Eu era uma peça meio triste quando conheci a segunda peça. Ela era sincera ao extremo, desbocada, espontânea. Logo apareceu a terceira peça: meio séria, meio misteriosa, realmente difícil de compreender. Trouxe com ela a quarta peça: alegria total, daquelas pessoas que fazem uma rápida conversa parecer uma grande festa! E foi no meio dessas peças que acabei descobrindo que peça eu era. Eu não era mais a peça triste e solitária. Eu era a peça “doce”, como elas sempre disseram. A peça que sempre se esforçou para manter o grupo unido. Talvez porque eu tenha sido a primeira a descobrir que, depois de tanto tempo de amizade, risadas, amadurecimento, pequenos conflitos e muito carinho, nós já não éramos mais 4 peças soltas por aí. Hoje vejo com clareza que nós somos uma coisa só. E eu não consigo mais imaginar como seria minha vida sem as 3 amigas mais maravilhosas que a vida poderia ter me dado.
Invisível e curiosa
Se eu pudesse ficar invisível por 24 horas, a primeira coisa que gostaria de fazer seria dar uma olhada no que antigos amigos de escola estão fazendo de suas vidas. Também aproveitaria para dar uma fuxicada na misteriosa sala da coordenadora do meu curso e para passear pela enorme biblioteca da faculdade sem sentir os olhos daquela assustadora bibliotecária me seguindo.
(Texto para o Tudo de Blog)
Olha eu aí!
Sou a 3ª entrevistada do blog Cosmopolitan Ice! Passem lá para ler minha entrevista, comentar/reclamar e indicar blogueiros legais para a maravilhosa Yasmin entrevistar!
www.cosmopolitanice.blogspot.com
Amizades que vivem balançando
Sejamos sinceros: algumas amizades são realmente muito difíceis de se manter. Às vezes, todo o carinho do mundo não é suficiente para manter uma amizade nos trilhos. Infelizmente, pequenas coisas estão se amontoando há tempos e desgastando minha amizade com uma pessoa especial. Em algum momento, até a mais paciente das amigas acaba se cansando de ver a outra pessoa pisando na bola com ela zilhões de vezes. Cansei de perdoar, de fechar os olhos e decidir começar de novo. Cansei de ver a amizade balançar. Cansei de me iludir e de exigir mais do que certas amizades podem oferecer...

A menininha que andava na ponta dos pés
De repente, a menininha decidiu que só andaria na ponta dos pés. Quase levitando, quase como uma bailarina. Da ponta dos pés era possível enxergar um mundo novo, diferente. Preocupada, sua mãe a levou ao médico, que logo explicou que não havia nenhum problema físico: andar daquele jeito era só uma mania boba. Recomendou que levasse a menininha para caminhar na praia, pois lá não conseguiria ficar na ponta dos pés e, depois de um tempo, voltaria a andar normalmente. Chegando à praia, os pezinhos bem que tentaram se erguer, mas sempre afundavam na areia. Num primeiro momento, foi irritante não poder ficar no alto (incrível como alguns centímetros faziam diferença!). Os sonhos pendurados no céu, os objetos nas mãos das pessoas, tudo parecia mais distante. Alguns minutos depois, porém, a menininha começou a gostar de sentir a areia fininha na sola de seus pés. Era gostoso ver a areia entrando entre os dedinhos. E foi assim que a menininha percebeu que não precisa ficar na ponta dos pés. É possível ser feliz com os pés bem presos ao chão.
(É, essa é a minha história. Metade versão da minha mãe, metade minha versão. Eu tinha uns 2 anos).
2.1
Então, cheguei aos 2.1. Muito tarde para ganhar a Barbie-Cinderela-Rosa-Princesa-do-Vale-das-Borboletas-Brilhantes. Muito cedo para cantar “22” da Lily Allen (“When she was 22 the future looked bright…”). Foi difícil chegar ao topo desta montanha, mas, agora que estou no alto, tudo parece mais simples. Os problemas parecem menores, os dias não parecem ter se arrastado tanto. A montanha dos 2.1 não parece tão assustadora. Ok, vou deixar o momento alpinista de lado. Tão clichê quanto o parabéns-pra-você-nesta-data-querida é dizer que uma nova idade é um recomeço. Não vou fugir do clichê pois realmente acredito que, com a nova idade, recebo uma nova oportunidade de me reinventar, corrigir erros, correr mais riscos e me esforçar (ainda) mais. A insegurança e muitos medos nascidos com minha versão 2.0 se perderam no meio de uma neblina. Agora só consigo ver o amadurecimento e as vitórias que alegraram minha vida nesse 1 ano que se passou. É hora de olhar pra frente, encarar os novos desafios e absorver todas as lições que eu puder. Tenho uma nova montanha para escalar!! Ta, parei com isso...
Ah, o cartão vermelho que dei no post passado saiu no
http://capricho.abril.com.br/blogs/tudodeblog/
Sabe aqueles filmes em que as famílias vivem se mudando? Minha vida era assim. Em 4 anos, mudei de casa 3 vezes. Fui vizinha até de uma reserva florestal. O processo de arrumar malas, encher caixas, pegar os cachorros e “montar acampamento” num novo lugar sempre me pareceu divertido. Não entendo como alguém pode viver na mesma casa desde que nasce e estudar a vida inteira numa escola só. Ora, a estrada me chama! Acho ótimo recomeçar do zero e ter uma vizinhança nova. Porém, admito que nunca aprendi a fincar raízes e que realmente me incomoda morar muito tempo no mesmo lugar. No cinema, a mocinha de família nômade sempre encontra um amor e pede aos pais para guardar as malas e ficar onde estão! Como meu script não prevê nenhum galã hollywoodiano para frear meu espírito de caminhão de mudança, sei que em pouco tempo vou começar a perturbar meus pais! Logo vou me ver pedindo novos ares. Por isso não sei se essa antiga vida nômade me fez bem ou não. Preciso esperar o final do meu filme para saber a resposta.
(Texto para o Tudo de Blog)
A mocinha
Acho que nunca fui criança. Nunca aprendi a andar de bicicleta ou pular corda. Não brinquei de boneca por muito tempo. Preferia os livrinhos ou papel e caneta para criar minhas próprias histórias. Gostava de me imaginar adolescente e adulta. Estranho, quando menina, eu só queria crescer! Não gostava de ser criança. Eu queria que o tempo passasse rápido para que eu virasse uma adulta. Hoje morro de rir quando lembro que aos 10, 11 anos minha fixação era “ficar mocinha”. Lembro também das tardes que passei triste porque o dia nunca chegava. Quando aconteceu, foi estranhamente mágico num primeiro momento. A realização de um sonho meio bizarro, que me tornaria uma mulher de verdade, igual à minha mãe, às minhas tias, às minhas professoras... Só esqueceram de me avisar que TPM e cólicas também faziam parte do pacote de despedida da infância. Pois é, ser uma mocinha não era tão mágico assim. Tarde demais! Hora de crescer. Desafios muito maiores do que a chateação mensal de toda mulher ainda estavam por vir.
(Texto para o Tudo de Blog)
Para quem você daria um cartão vermelho?
Para quem insiste em tagarelar durante a aula mais importante do semestre! Batalhei muito pra entrar na faculdade mas não posso ouvir o professor porque a patricinha ao lado está fofocando? RED CARD NELA!
Dia 16/09 será meu aniversário! Aeee, 2.1 chegando!
Anotação: post nº 196!
As fotos que NÃO tirei
Olhando as fotos no orkut de uma colega de faculdade, me bateu um arrependimento estranho. Sempre fugi de fotos. Eu me escondia ou ia pra longe sempre que aparecia uma máquina fotográfica. Hoje eu vejo que acabei jogando fora boas oportunidades de registrar momentos inesquecíveis da minha vida. Quase não tenho fotos da infância e da adolescência é que não tenho nenhuma mesmo. Não tirei fotos com amigos com os quais já perdi contato, não tirei fotos dos lugares legais que conheci, nem dos aniversários, dos dias de sol ou de chuva, nem quando saí da escola e entrei na faculdade. Se eu tiver filhos um dia, não tenho nada para mostrar a eles. Só tenho as lembranças. Pelo menos isso!
O milésimo adeus
Na vida, cada um de nós é obrigado a dizer adeus às coisas que ama umas mil vezes. Não tem jeito: despedidas fazem parte de nossa trajetória. Diante delas, temos duas opções: encarar tudo como se fosse o fim do mundo ou encarar o momento como o fim de uma fase e início de outra. Despedidas costumam acabar comigo, a não ser que a decisão tenha partido de mim. Estou me despedindo de uma atividade que durante 2 anos me encheu de alegria, lições e amigos. Era tudo tão perfeito! Mas mudei muito nos últimos meses e comecei a me sentir deslocada do grupo. Por isso, decidi que é hora de dizer adeus e seguir meu caminho. Meu novo caminho.
SEMANA DIFÍCIL = POSTS DEPRÊ.
O 2º semestre na UFF começou...
Voltei às aulas na segunda. Na faculdade é assim: semestre novo, vida nova. Novos professores, novas matérias, novos alunos. E novos desafios! Sinto que preciso estudar AINDA MAIS do que no semestre anterior. Meus professores dão aulas incríveis, mas em troca exigem muito dos alunos! Boa sorte aí pra quem precisará enfiar a cara nos livros neste 2° semestre...
Neste mês de agosto completo 1 ano e 6 meses no twitter. É, sou do tempo em que a pergunta que se fazia era “você tem twitter?” e não “MAS você NÃO tem twitter?”, como se faz hoje. Bom, prefiro dizer que sou do tempo em que não havia nem tanto marketing, nem tanta pornografia no twitter. Hoje ta todo mundo lá: artistas, pseudoartistas, esportistas, empresas, adolescentes, fãs dos Jonas Brothers e até o Tarso Cadore, desesperado por estar sendo seguido por tanta gente! Ainda me impressiono com a quantidade de promoções que artistas e esportistas andam fazendo no twitter semanalmente. Ainda me assusto com propagandas e com os micos/barracos de gente famosa. Mas o fato do twitter ter virado a modinha cibernética mais legal de 2009 também tem seu lado bom! O twitter pode ser mais do que seu divã. Acho ótimo poder conhecer tanta gente legal via twitter, ter acesso aos links mais interessantes do momento e ficar sabendo de muitas coisas antes dos sem-twitter. É por isso que não canso de twittar!
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O “EU TE AMO” desperdiçado
Eu estava na 5ª série e me achava muito esperta e madura. Na minha vida havia um amigo muito bonito e inteligente. Eu sabia que ele era louco pela Carol desde antes de me conhecer, mas não hesitei diante da vontade de mostrar o quanto meus sentimentos por ele estavam crescendo. Escrevi um simples “EU TE AMO” num pedacinho de papel e coloquei na mesa dele no meio de uma aula. Ele abriu, pensou e me disse baixinho: “não vai dar!”. Eu não fiquei triste. É sério. Fiquei mais preocupada em fingir que nada havia acontecido. Eu sabia o quanto ele gostava da Carol, mas insisti em desperdiçar o “EU TE AMO”. Felizmente, percebi que meu sentimento não era amor. Se até uma criança da 5ª série conseguiu descobrir, antes mesmo de amar de verdade, que não se deve desperdiçar algo tão bonito quanto um “EU TE AMO”, não seja boba você aí! Duas coisas que não se desperdiçam: água e “EU TE AMO”.

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